Análise win‑loss no Brasil: Pare de adivinhar por que os compradores escolhem você, ou seguem em silêncio para outro fornecedor

No Brasil, “vamos conversar mais pra frente” pode soar encorajador mesmo quando o comprador já seguiu adiante. A análise win‑loss independente revela fatores como confiança, suporte local, compras e suprimentos, velocidade de resposta, valor e problemas de execução que o seu CRM pode não captar.

Sao Paulo

Análise win-loss no Brasil: aumente sua participação identificando os motivos por trás de seus sucessos e fracassos em vendas e usando esse conhecimento para vender mais.

No Brasil, “vamos conversar mais pra frente” pode soar como uma porta aberta, mesmo quando a decisão já seguiu outro caminho.

Os compradores costumam preservar relacionamentos, evitar rejeições desnecessariamente diretas e deixar espaço para conversas futuras. Sua equipe de vendas pode ouvir que o momento não era adequado, que compras preferiu outra proposta, que o preço estava alto demais, que a matriz interferiu ou que o projeto foi adiado.

Essas explicações podem ser verdadeiras. Mas também podem omitir o que realmente determinou o resultado: suporte local insuficiente, demora nas respostas, baixo vínculo pessoal, falta de confiança na implementação, um concorrente com referências brasileiras mais fortes, um processo de vendas que pareceu distante demais ou a dúvida de que sua empresa entendesse como a organização do cliente realmente compra.

O tamanho e a complexidade do Brasil tornam as explicações internas ainda menos confiáveis. Um comprador em São Paulo, um fabricante no Sul, uma empresa do agronegócio no Centro-Oeste, um distribuidor regional, um grupo hospitalar ou uma fábrica multinacional podem avaliar a mesma oferta por meio de stakeholders, expectativas de serviço, regras de compras e percepções de risco diferentes.

Na Midas Consulting, ajudamos você a ir além de códigos genéricos de derrota comercial e de feedbacks filtrados. Entrevistamos compradores brasileiros e influenciadores da decisão em português, sem a presença do vendedor, para entender por que escolheram sua empresa, escolheram outra alternativa, adiaram a decisão ou não fizeram nada.

Em seguida, transformamos essas evidências em ações para vendas, proposta de valor, precificação, evidências, onboarding, serviço, canais, produto e estratégia de go-to-market.

O resultado não é uma coleção de comentários dos compradores. É um sistema brasileiro de inteligência sobre compradores que ajuda sua equipe de liderança a entender onde sua empresa gera confiança, onde gera dúvidas e o que precisa mudar para vender mais e com maior rentabilidade.

Estrutura de análise win-loss da Midas, separando explicações visíveis dos compradores, como preço, timing, orçamento, outro fornecedor e matriz, de fatores ocultos de decisão, como confiança, credibilidade local, escuta, flexibilidade, segurança na implementação, suporte pós-venda e relacionamento com fornecedores atuais.

Figura 1. No Brasil, uma resposta cordial ou em aberto pode ocultar preocupações com confiança, presença local, velocidade de resposta, serviço, implementação e segurança dos stakeholders.

A pergunta estratégica da análise win-loss no Brasil não é simplesmente “Por que perdemos?”

A pergunta executiva mais relevante é:

O que a decisão do comprador revela sobre como sua empresa é percebida no Brasil, onde os clientes enxergam valor ou risco, como os concorrentes geram confiança e o que sua organização precisa mudar?

Uma análise win-loss sólida deve ajudar você a entender:

  • Quais resultados de negócio e critérios de decisão realmente importam.
  • Quem participa da decisão e quem detém autoridade formal ou informal.
  • Como o vínculo pessoal e a confiança na organização influenciam a escolha.
  • Se sua empresa demonstra compromisso com o mercado local ou parece comercialmente distante.
  • Como os compradores avaliam o preço em relação ao valor, ao serviço, à implementação e ao risco.
  • Quais alternativas locais, multinacionais, de fornecedores atuais, lideradas por distribuidores, internas ou de não decidir são relevantes.
  • Onde suas evidências, velocidade de resposta, onboarding ou processo de vendas geram dúvidas.
  • O que deve mudar em vendas, proposta de valor, precificação, serviço, canais, produto e estratégia de contas.

O objetivo não é atribuir culpa por uma negociação específica. É entender todo o sistema de decisão e melhorar o desempenho futuro.

Por que os compradores brasileiros podem não dar à sua equipe de vendas a resposta completa

Eles querem preservar o relacionamento

Os relacionamentos comerciais costumam continuar além de uma única oportunidade. Um comprador pode evitar uma avaliação negativa direta porque o vendedor, o distribuidor ou a empresa ainda podem ser relevantes no futuro.

A cordialidade pode fazer uma rejeição parecer temporária

Expressões como “vamos avaliar”, “vamos conversar” ou “mais pra frente” podem preservar a boa vontade sem confirmar que a oportunidade continua ativa.

O contato mais visível pode não controlar a decisão final

Compras, finanças, equipes técnicas, jurídico, operações, matriz ou um patrocinador sênior podem influenciar o resultado depois que o principal contato do vendedor já demonstrou apoio.

A verdadeira objeção pode parecer pessoal

Os compradores podem hesitar em dizer que a equipe não ouviu, não demonstrou proximidade, comunicou-se mal em português, respondeu devagar demais ou pareceu pouco comprometida com o Brasil.

O comprador pode não acreditar que outra proposta resolverá o problema

Quando a preocupação está relacionada ao suporte local, à confiança na implementação ou à capacidade de resposta da organização, pedir uma revisão de preço pode não parecer útil.

Um entrevistador independente cria distância em relação ao vínculo comercial e dá aos compradores mais liberdade para explicar o que valorizaram, questionaram e compararam.

Os relacionamentos importam, mas não substituem o valor

As decisões empresariais no Brasil não são tomadas apenas com base em relacionamentos pessoais. Os compradores também avaliam desempenho, aspectos econômicos, evidências, adequação do produto, serviço, compliance e risco.

Os relacionamentos influenciam como esses fatores são interpretados.

Um vínculo forte pode ajudar os compradores a:

  • Compartilhar preocupações mais cedo.
  • Confiar que os problemas serão resolvidos.
  • Acreditar nos compromissos assumidos durante a venda.
  • Envolver sua equipe antes que as especificações sejam definidas.
  • Defender a proposta internamente.
  • Aceitar uma implementação mais complexa.
  • Continuar envolvidos quando as condições mudam.

Um vínculo fraco pode fazer uma oferta tecnicamente sólida parecer mais arriscada. As entrevistas win-loss ajudam a diferenciar se sua empresa perdeu por causa da oferta, do relacionamento ao redor da oferta ou da interação entre ambos.

A presença local pode importar mais do que a reputação global

Uma marca global e referências internacionais podem gerar credibilidade. Mas não provam automaticamente que sua organização consegue entregar no Brasil.

Os compradores podem perguntar:

  • Quem vai nos apoiar localmente?
  • Conseguiremos falar com alguém que possa tomar uma decisão?
  • A comunicação acontecerá naturalmente em português?
  • Com que rapidez a empresa responderá?
  • A equipe entende os processos de compras e de implementação no Brasil?
  • Existem referências brasileiras relevantes?
  • Haverá disponibilidade de serviço, estoque, onboarding e suporte técnico?
  • O Brasil é um mercado estratégico ou apenas mais um destino de exportação?

Por isso, uma derrota comercial atribuída ao preço ou ao timing pode, na verdade, ser uma perda de confiança local.

O preço importa, mas “perdemos por preço” exige um diagnóstico mais profundo

Os compradores brasileiros podem negociar de forma agressiva, comparar várias alternativas e usar processos de compras que tornam o preço muito visível.

Isso não significa que todas as derrotas comerciais relacionadas ao preço tenham a mesma causa.

A pergunta mais relevante é:

Como o comprador avaliou o preço em relação ao valor, às condições, aos impostos, ao risco de implementação, à velocidade de resposta, ao serviço, ao suporte local e às alternativas concorrentes?

Uma negociação registrada como “perdida por preço” pode envolver:

  • Diferenciação pouco clara.
  • Evidências fracas de valor econômico.
  • Um concorrente com suporte local mais forte.
  • Preocupação com o onboarding ou a implementação.
  • Condições de pagamento ou contratuais mais atraentes.
  • Uma resposta comercial mais lenta, que reduziu a confiança.
  • Um fornecedor atual que pareceu mais seguro.
  • Serviços que o comprador não entendeu ou não valorizou.
  • Concessão de descontos antes de estabelecer o valor.
Diagnóstico win-loss da Midas, que parte do código de derrota comercial por preço registrado no CRM e avalia diferença de valor, condições de pagamento, exposição cambial, evidências, risco de implementação, continuidade do serviço, confiança no fornecedor atual e comportamento de negociação.

Figura 2. Uma derrota comercial relacionada ao preço no Brasil deve ser decomposta em valor, condições, economia total, evidências, suporte local, risco de implementação, velocidade de resposta e confiança no fornecedor atual.

A velocidade de resposta faz parte da avaliação de risco do cliente

A capacidade de resposta não é apenas uma cortesia comercial. Os compradores podem usá-la como evidência de como sua empresa se comportará depois que o contrato for assinado.

Respostas lentas ou fragmentadas podem gerar dúvidas sobre:

  • A atenção da gestão.
  • O suporte técnico.
  • A disciplina de implementação.
  • A resolução de problemas.
  • A capacidade de escalonamento.
  • A autoridade local.
  • A prioridade dada ao cliente.

Um concorrente pode vender sem oferecer um produto superior se parecer mais rápido, mais acessível e mais comprometido em reduzir a incerteza.

A comunicação em português afeta mais do que a compreensão

O inglês ou o espanhol podem ser aceitos em alguns ambientes multinacionais. Ainda assim, uma comunicação natural em português pode influenciar confiança, nuances, participação e sinceridade.

O idioma pode influenciar se:

  • Os usuários e stakeholders operacionais participam plenamente.
  • As preocupações técnicas são expressas com clareza.
  • As sutilezas comerciais são compreendidas.
  • O comprador sente que a empresa está comprometida com o Brasil.
  • Os defensores internos conseguem reutilizar seus argumentos.
  • O treinamento e o onboarding parecem práticos.
  • O suporte pós-venda parece acessível.

Por esse motivo, a Midas realiza entrevistas com compradores brasileiros em português e interpreta as respostas dentro do contexto empresarial local.

O processo de decisão pode ir muito além do contato mais visível

As decisões B2B e institucionais no Brasil podem envolver sistemas complexos de stakeholders.

As entrevistas independentes podem revelar:

  • Um usuário técnico que influenciou as especificações.
  • Uma equipe de compras que alterou a comparação comercial.
  • Preocupações de finanças com retorno ou condições.
  • Uma questão jurídica ou de compliance que surgiu tarde.
  • Uma decisão da matriz regional ou global.
  • Um executivo sênior que preferia o fornecedor atual.
  • Um distribuidor ou integrador que influenciou a confiança.
  • Um defensor interno que não conseguiu mobilizar a organização.

Esse insight ajuda sua equipe a melhorar a qualificação, o mapeamento de stakeholders, o planejamento de contas e o timing das evidências e do envolvimento executivo.

Vendas, derrotas comerciais e não decisões revelam aprendizados estratégicos diferentes na análise win-loss no Brasil

Vendas

As vendas mostram quais pontos fortes os clientes valorizam, quais relacionamentos geram confiança, quais evidências são convincentes e onde sua organização parece realmente diferenciada.

Derrotas comerciais

As derrotas comerciais mostram onde concorrentes, fornecedores atuais ou substitutos parecem mais locais, ágeis, confiáveis, flexíveis ou fáceis de implementar.

Não decisões

As não decisões revelam baixa urgência, divergências internas, valor insuficiente, complexidade de compras, preocupações com a implementação, incerteza orçamentária ou um processo de compra que nunca alcançou alinhamento.

Um programa equilibrado reduz o risco de estudar apenas o fracasso ou de reforçar uma narrativa de sucesso unilateral.

O que as decisões dos compradores podem mudar em toda a sua organização

Eficácia de vendas

Melhore a qualificação, o diagnóstico, o mapeamento de stakeholders, o tempo de resposta, a estratégia de contas, as propostas, o tratamento de objeções e o comportamento de negociação.

Proposta de valor

Descubra se os compradores entendem seu diferencial, consideram-no relevante e acreditam que sua empresa consegue entregá-lo no Brasil.

Estratégia competitiva

Entenda como os compradores percebem empresas locais, multinacionais, fornecedores atuais, fornecedores de menor custo, opções internas e a possibilidade de não fazer nada.

Precificação e condições comerciais

Esclareça o papel do preço, dos impostos, das condições, do financiamento, do risco, da economia total e da flexibilidade comercial.

Desenvolvimento do produto e da oferta

Diferencie lacunas decisivas de funcionalidades solicitadas que não influenciam materialmente a escolha.

Serviço, onboarding e experiência do cliente

Identifique se o suporte local, a implementação, a velocidade de resposta, o treinamento, o escalonamento e a continuidade influenciam as decisões de novos negócios.

Canais e go-to-market

Entenda se distribuidores, representantes, integradores, revendedores e parceiros de serviço fortalecem ou enfraquecem a confiança do cliente.

Estrutura executiva de análise win-loss da Midas, com o verdadeiro fator de decisão do comprador no centro, conectado às decisões de vendas, proposta de valor, estratégia competitiva, precificação, produto, serviço, experiência do cliente, canais e go-to-market.

Figura 3. O feedback dos compradores brasileiros gera mais valor quando melhora todo o sistema comercial, e não apenas a próxima apresentação do vendedor.

Como a Midas conduz análises win-loss no Brasil

1. Definir a pergunta estratégica de aprendizado

Esclarecemos se a liderança precisa aumentar as taxas de venda, testar a proposta de valor, compreender a precificação, analisar concorrentes, fortalecer a credibilidade local, avaliar o serviço, melhorar o onboarding ou redesenhar o processo de vendas.

2. Selecionar uma amostra equilibrada

Escolhemos vendas, derrotas comerciais e não decisões em diferentes segmentos, regiões, produtos, tamanhos de negociação, concorrentes, equipes de vendas e resultados.

3. Revisar as evidências internas

Analisamos dados do CRM, propostas, preços, códigos de derrota comercial, anotações das contas, mapas de stakeholders, informações de produto e explicações internas.

4. Realizar entrevistas independentes em português

Entrevistamos compradores e influenciadores sem a presença do vendedor. Isso abre espaço para uma conversa mais sincera sobre confiança, capacidade de resposta, suporte local, concorrência, implementação, compras e experiência de vendas.

5. Reconstruir a jornada de decisão

Analisamos a necessidade original, os stakeholders, as alternativas, os critérios, as evidências, as reuniões, os tempos de resposta, as propostas, a precificação, as preocupações com a implementação e o gatilho final.

6. Identificar causas-raiz e padrões recorrentes

Diferenciamos opiniões isoladas de temas recorrentes e comparamos vendas, derrotas comerciais, não decisões, segmentos, regiões, concorrentes, produtos, canais e equipes.

7. Transformar evidências em ação

Recomendamos mudanças em posicionamento, evidências locais, planejamento de contas, rotinas de resposta, propostas, precificação, produto, onboarding, serviço, parceiros e experiência do cliente.

8. Alinhar a liderança e definir responsáveis

Ajudamos vendas, marketing, produto, serviço, customer success, finanças e liderança a chegar a um acordo sobre prioridades, responsáveis e indicadores.

9. Monitorar e repetir

Em programas contínuos, monitoramos se as mudanças melhoram as percepções dos compradores e os resultados comerciais.

Ciclo de aprendizado win-loss da Midas em nove etapas, desde a definição da pergunta e a seleção das negociações até a revisão das evidências, entrevistas com compradores, reconstrução da jornada de decisão, comparação de padrões, identificação das causas-raiz, mobilização da ação e repetição.

Figura 4. A análise win-loss gera mais valor no Brasil quando se transforma em um sistema recorrente de gestão, em vez de uma revisão ocasional de negociações perdidas.

O que a liderança deve receber em uma análise win-loss no Brasil

Dependendo do escopo, um projeto no Brasil pode incluir:

  • Um resumo executivo dos verdadeiros fatores de decisão.
  • Comparações entre vendas, derrotas comerciais e não decisões.
  • Mapas do processo de decisão dos compradores e dos stakeholders.
  • Conclusões sobre a percepção dos concorrentes.
  • Lacunas de confiança, relacionamento e credibilidade local.
  • Implicações para a proposta de valor e as evidências.
  • Insights sobre precificação, impostos e condições comerciais.
  • Recomendações sobre velocidade de resposta e processo de vendas.
  • Prioridades de produto, onboarding, serviço, canais e customer success.
  • Um plano de ação priorizado, com responsáveis e indicadores.
  • Um workshop executivo para alinhar a organização.

O entregável deve ajudar sua equipe de liderança a decidir o que mudar, e não apenas documentar o que os entrevistados disseram.

Caso de sucesso: uma explicação sobre preço que ocultava uma lacuna de confiança local

O desafio executivo

Uma empresa internacional de software tinha um produto sólido, mas perdia de forma consistente oportunidades B2B de médio porte no Brasil. Internamente, as principais explicações eram preço e demora no processo de compras.

O que as entrevistas revelaram

Os compradores não questionavam principalmente o produto. Eles tinham dúvidas sobre o suporte local, a velocidade de resposta, o onboarding e o entendimento da empresa sobre a cultura de compras brasileira.

O preço estava visível na discussão, mas a confiança era a questão mais profunda.

Como a empresa respondeu à análise win-loss no Brasil

A empresa contratou uma equipe local de customer success, redesenhou o onboarding, esclareceu os compromissos de serviço nas propostas e fortaleceu a narrativa local de vendas e suporte.

O resultado

A taxa de fechamento do cliente aumentou 18% em seis meses, e o valor médio das negociações cresceu depois dessas mudanças.

O aprendizado não é que o preço nunca importa no Brasil. É que a gestão deve verificar se o comprador está rejeitando a economia da oferta, o risco ou a capacidade da empresa de executar localmente.

“Paramos de trabalhar com suposições. Quando entendemos os verdadeiros motivos por trás de nossas derrotas comerciais, mudamos nossa abordagem e vendemos para um cliente importante em poucas semanas.”
— Vice-presidente de Vendas, empresa de serviços B2B

“O que acreditávamos ser um problema de preço revelou-se uma questão de percepção. Depois de trabalhar com a Midas, agora vendemos as negociações que antes perdíamos.”
— Diretor de Vendas

Quando a análise win-loss é especialmente valiosa no Brasil

  • Os compradores dizem “vamos conversar mais pra frente”, mas as oportunidades não avançam.
  • Seu CRM mostra preço, compras ou timing como os principais motivos das derrotas comerciais.
  • Seu produto global é sólido, mas as taxas locais de fechamento continuam baixas.
  • O tempo de resposta ou o suporte local podem estar afetando a confiança.
  • Sua equipe tem acesso limitado aos verdadeiros decisores.
  • As equipes de vendas e os distribuidores contam histórias diferentes.
  • Um fornecedor atual vende apesar de apresentar uma oferta aparentemente mais fraca.
  • Você precisa testar sua proposta de valor para o Brasil.
  • O onboarding ou o suporte pós-venda podem estar afetando as decisões de novos negócios.
  • Vendas, produto, serviço e gestão explicam as derrotas comerciais de maneiras diferentes.

Como esta página se encaixa no cluster de análise win-loss da Midas

Esta página aborda a questão específica do Brasil: o que está por trás de feedbacks cordiais ou em aberto, como os relacionamentos e a presença local influenciam a confiança, quando o preço é apenas a explicação visível e o que a liderança deve mudar.

Para conhecer a estrutura regional, acesse Análise win-loss na América Latina.

Para conhecer a metodologia educacional completa e outras aplicações estratégicas, acesse Análise win-loss: sua arma secreta para crescer além das vendas.

Para conhecer a oferta de consultoria, acesse Consultoria em análise win-loss.

Por que escolher a Midas para uma análise win-loss no Brasil?

Entendemos o contexto empresarial brasileiro

Entendemos como a cordialidade, o vínculo pessoal, a presença local, o idioma, os processos de compras, a confiança no serviço e a velocidade de resposta podem influenciar as decisões dos compradores.

Realizamos entrevistas independentes em português

Os compradores podem falar de forma natural e mais aberta com um entrevistador que não participou do processo comercial.

Diferenciamos o motivo declarado da causa-raiz

Reconstruímos a decisão em vez de aceitar a primeira explicação ou o primeiro campo do CRM.

Conectamos as evidências dos compradores à ação estratégica

As recomendações podem abordar vendas, proposta de valor, evidências, precificação, onboarding, produto, serviço, canais e customer success.

Focamos em padrões, não em casos isolados

Comparamos as entrevistas com evidências internas e de mercado e explicamos o nível de confiança por trás de cada conclusão.

Temos experiência direta em análise win-loss no Brasil

Realizamos pesquisas com compradores, análises win-loss, análises de concorrentes e projetos de consultoria estratégica no Brasil nos mercados de tecnologia, industrial, farmacêutico, saúde, automotivo, consumo e regulados.

Pesquisa com compradores ética, independente e confiável

Seguimos o Código de Ética da SCIP, o padrão de excelência da profissão. Cumprimos as leis aplicáveis, informamos com precisão nossa identidade e as informações organizacionais relevantes antes das entrevistas, evitamos conflitos de interesse e apresentamos recomendações honestas.

Não distorcemos quem somos, não buscamos segredos comerciais, não solicitamos documentos confidenciais nem incentivamos os compradores a violar obrigações legais ou contratuais.

Explicamos como o feedback será utilizado, protegemos a confidencialidade de acordo com o desenho de pesquisa acordado e diferenciamos comentários individuais de evidências recorrentes.

Consulte as diretrizes de inteligência ética e o Código de Ética da SCIP.

Perguntas frequentes sobre análise win-loss no Brasil

A análise win-loss no Brasil trata apenas de negociações perdidas?

Não. As vendas revelam o que gera preferência, as derrotas comerciais mostram barreiras e vantagens dos concorrentes, e as não decisões explicam por que os compradores não agiram.

Por que as entrevistas devem ser conduzidas por um terceiro neutro em sua análise win-loss no Brasil?

Os compradores costumam ser mais sinceros com alguém que não participou da venda e que não administrará o relacionamento depois.

Por que realizar as entrevistas em português em sua análise win-loss no Brasil?

O idioma natural melhora as nuances, o conforto, a participação e a capacidade de explorar questões sensíveis relacionadas à confiança, ao serviço e aos relacionamentos.

“Perdemos por preço” normalmente significa outra coisa em uma análise win-loss no Brasil?

Às vezes, o preço é decisivo. Em outros casos, ele reflete baixa diferenciação, condições, impostos ou custo total, preocupações com suporte local, maior risco ou evidências insuficientes. O objetivo é diagnosticar.

Vocês podem entrevistar compradores que escolheram um concorrente em sua análise win-loss no Brasil?

Sim, quando eles concordam em participar. Essas entrevistas revelam como o concorrente foi percebido e o que determinou a escolha final.

Vocês podem analisar negociações paralisadas e não decisões em sua análise win-loss no Brasil?

Sim. Elas frequentemente revelam baixa urgência, desalinhamento interno, complexidade de compras, receio de implementação ou valor pouco claro.

A análise win-loss no Brasil pode melhorar o onboarding e o customer success?

Sim. Os compradores podem avaliar implementação, treinamento, suporte, tempo de resposta e escalonamento antes de comprar.

A análise win-loss pode melhorar nossa proposta de valor para o Brasil?

Sim. Ela mostra quais mensagens são relevantes, quais parecem genéricas, quais evidências estão faltando e se a empresa parece ter credibilidade local.

Quantas entrevistas são necessárias para sua análise win-loss no Brasil?

O número depende do objetivo de aprendizado, das regiões, dos segmentos, dos tamanhos das negociações, dos concorrentes e do nível de confiança desejado. Um diagnóstico focado pode começar com uma amostra equilibrada.

Os resultados de sua análise win-loss no Brasil vão culpar nossa equipe de vendas?

Não. O objetivo é melhorar todo o sistema ao redor da decisão do comprador, incluindo oferta, evidências, precificação, produto, serviço, onboarding, canais e decisões de gestão.

A análise win-loss no Brasil pode ser recorrente?

Sim. Um programa recorrente pode monitorar as percepções dos compradores, o comportamento dos concorrentes e se as ações da gestão estão melhorando os resultados.

Sobre o autor

Adrian Alvarez, PhD é Managing Partner da Midas Consulting,  ex-aluno da Wharton, professor de MBA na Universidad Argentina de la Empresa (UADE)e Fellow de Inteligência Competitiva. É especialista em estratégia competitiva, inteligência estratégica, pesquisa com compradores, análise win-loss, desenvolvimento de propostas de valor e tomada de decisões executivas em contextos de incerteza no Brasil e na América Latina.
Realizou dezenas de análises win-loss, ajudando empresas a compreender os fatores de decisão dos compradores, o posicionamento competitivo, as lacunas de credibilidade local, os atritos no processo de vendas, as expectativas de serviço e as oportunidades de crescimento.
Seu trabalho foi publicado nos Estados Unidos, na Espanha e na Alemanha. Você pode acessar sua biblioteca de insights estratégicos e pesquisas publicadas aqui.
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Pare de tentar adivinhar por que os compradores brasileiros seguem outro caminho silenciosamente

Talvez você esteja tentando entender por que conversas promissoras ficam paralisadas, por que o fornecedor atual continua vendendo, se sua presença local tem credibilidade suficiente ou se o preço realmente é o problema.

Você não precisa de outro código genérico de derrota comercial nem de mais um debate interno. Precisa ouvir como os compradores vivenciaram a decisão, identificar os fatores recorrentes e transformar as evidências em ação.

Em uma conversa inicial, discutiremos suas regiões, segmentos, volume de negociações, processo de vendas, motivos das derrotas comerciais, concorrentes, hipóteses atuais e as perguntas estratégicas que a análise precisa responder.

Em seguida, podemos propor um projeto de análise win-loss focado no Brasil, com uma amostra clara, entrevistas em português, estrutura analítica, modelo de colaboração, entregáveis, prazos e investimento.